Requião sustenta que entrega de Libra foi de 74%

Visto no Viomundo

do blog do senador Roberto Requião (PMDB-PR)

A pergunta que eu faço é a seguinte: Sozinha a Petrobrás, conseguiria tirar o petróleo do pré-sal? Se sim, em quanto tempo?

Gostaria também de fazer uma consideração, baseado no raciocínio do Senador Requião “Cem por cento do petróleo brasileiro para o Brasil”, uma nova estatal do petróleo deveria ser criada, pois, como ele mesmo bem disse, “…o governo do Fernando Henrique Cardoso vendeu na Bolsa de Nova Iorque 35% das ações da Petrobras””.

Desinformação Não!

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Nesta sexta-feira (25) o senador Roberto Requião (PMDB/PR) voltou a falar do leilão do Campo de Libra, área localizada da Bacia de Santos (SP) com reservas estimadas entre 8 bilhões e 12 bilhões de barris de petróleo. “O petróleo encontrado em Libra tinha que ser explorado diretamente pelo Estado. Cem por cento do petróleo brasileiro para o Brasil, para o nosso desenvolvimento, para políticas de educação, saúde, desenvolvimento econômico do nosso país”, reforçou.

Desde o início, o senador foi contra o leilão e o contrato da partilha de produção da área adotado pelo Governo Federal. Para ele, trata-se de “uma privatização de burca, uma privatização envergonhada, uma privatização que não mostra a sua verdadeira face, a sua verdadeira natureza”.

As empresas Shell e Total entraram com 20% de participação no leilão cada uma. As empresas chinesas CNPC e CNOOC entraram cada uma com 10%. E a Petrobrás detém os outros 40%. “Temos 60% do projeto de Libra nas mãos de empresas estrangeiras. Mas não podemos esquecer que o governo do Fernando Henrique Cardoso vendeu na Bolsa de Nova Iorque 35% das ações da Petrobras”, frisou.

“Se a Petrobras tem 40% de participação neste consórcio de exploração de Libra, 35% destes 40% são estrangeiros. E 35% de 40 somam 14%. Então nós temos 60% do consórcio estrangeiro mais 14% da participação estrangeira comprovadamente existente na Petrobras”, explicou.

“Conclusão meus irmãos brasileiros: 74% do consórcio de Libra foi entregue à participação estrangeira. O resto é conversa mole”.